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SUMÁRIO BIO-BIBLIOGRÁFICO DE AUGUSTO DE FRANCO

Versão resumida (com links ativos) de 21/03/2012

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1950

Augusto Cesar Antunes de Franco nasce no Rio de Janeiro, filho do alpinista e artesão Francisco Natal de Franco e de Carmen Antunes de Franco.

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1955

No início de outubro, entra irregularmente, como aluno-ouvinte, na primeira série do ensino fundamental da Escola Estadual Rodrigues Alves, que ficava à época ao lado do Palácio do Catete (a falta de idade foi compensada porque aos 5 anos, em virtude do homeschooling, já sabia ler e escrever). Possivelmente violando as regras, a diretora da escola resolve passá-lo à série seguinte.

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1960

É fragorosamente reprovado no exame de admissão ao Colégio Militar do Rio de Janeiro (obtendo nada mais do que 0,7 na prova de matemática).

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1961

Entra no Colégio Pedro II, onde, dois anos depois, é aluno de Fernando Lemos, com quem, afinal, aprende a ler e a escrever.

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1964

Devora o livro “O Universo e o Dr. Einstein” e apaixona-se pela Teoria da Relatividade, adotando essa obra de divulgação de Lincoln Barnet (1948) como uma espécie de missal.

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1968

Ingressa no meio do ano no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro, logo após a cassação, pela ditadura militar, do diretor Leite Lopes. Se junta, de pronto, a um grupo de alunos outsidersinteressados em cibernética e, logo depois, a outro grupo de professores e estudantes interessados em Fundamentos da Física.

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1970

Começa a fazer parte daquela que seria a última geração de discípulos de Plinio Sussekind Rocha em Filosofia da Ciência. Plínio (também cassado em 1968 pelo AI5) era kantiano e um kantiano do tipo de Bertrand Russell (não o dos “Problemas da Filosofia”, de 1912, mas o Russell da maturidade, de “O Conhecimento Humano”). Plínio, Alexandre Sérgio da Rocha, o novo diretor do Instituto de Física (um heterodoxo físico teórico, admirador da filosofia Sankhya), outro professor de física, Sérgio Murillo Abrahão (que trabalhava com Tempo na Mecânica Quântica), Augusto e mais dois colegas – Marco Antônio Sperb Leite e Fernando Buarque de Nazareth – formam uma espécie de grupo de filosofia, que se reúne semanalmente na casa do primeiro (um apartamento ínfimo cheio de livros até o teto, na Cruz Vermelha) e na sala do segundo, no Fundão, de onde “comandam” a resistência intelectual aos professores que estavam voltando dos USA para implantar pós-graduações em Estado Sólido e Física de Partículas.

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1972

Plínio falece. Mantém nesta época (desde 1968) uma vida tripla: estudioso de filosofia da ciência, militante estudantil e iniciante em outros estudos de filosofias mais heterodoxas. As duas últimas atividades lhe renderão um “exílio” do Rio de Janeiro. Vai morar no Sul de Minas, juntamente com Fernando Buarque. Sem recursos suficientes, os dois chegam a passar fome e frio na Serra da Mantiqueira.

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1974

Volta ao Rio de Janeiro e à UFRJ no ocaso do governo Médici. Leciona no Instituto Bennett de Ensino e em vários colégios da cidade.

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1975

Escreve um livro, jamais publicado, sobre Kepler (cujos originais foram perdidos). Elabora uma análise original da Lei da Inércia de Descartes e uma nova formulação lógico-matemática para a segunda Lei de Newton.

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1977

Na falta de qualquer perspectiva política no Rio de Janeiro, muda-se para Goiânia. No final do ano vai morar em uma distante periferia da capital (chamada Parque Amazônia), na época uma favela. Permanece morando nessa favela pelos 7 anos seguintes.

Em Emaus (chácara dos dominicanos na zona rural do município de Abadiânia em Goiás) conhece Frei Mateus Rocha, de quem fica amigo. Frequenta um longo curso de cristologia da libertação com esse heterodoxo frade dominicano. Frei Mateus (José Rocha) havia sido assistente de JEC (Juventude Estudantil Católica) e responsável pela iniciação política de uma geração de jovens de Belo Horizonte, dentre os quais Herbert de Souza (o Betinho).

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1979

Retoma o trabalho político, funda o CRD – Centro de Reflexão e Documentação, uma associação civil sem fins lucrativos que produz textos de educação política, grava e reproduz cantos dos lavradores de Goiás.

No final do ano funda, juntamente com Alberto Gomes de Oliveira (o Bacurau) e várias lideranças camponesas, o MT – Movimento dos Trabalhadores.

Viaja por todas as regiões de Goiás, convivendo com o povo da terra durante os 8 anos seguintes.

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1981

Escreve um livro didático sobre o desenvolvimento da mecânica teórica que nunca foi publicado (e cujos originais foram perdidos).

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1985

Publica seu primeiro livro, “Autonomia e Partido Revolucionário”, uma crítica à teoria leninista da organização.

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1986

Escreve a primeira versão da novela Man Tum (que só será publicada em 2001, sob o pseudônimo de Marc Telien).

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1988

Encerradas as atividades do CRD, muda-se para São Paulo para dirigir a Fundação Nativo da Natividade (organização que fundou no mesmo ano, quando ainda estava em Goiânia).

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1990

Publica “A nova geração: crise e reflorescimento”, um livro sobre o papel desempenhado pelos mitos na estruturação dos padrões coletivos de apreensão do mundo e de ação sobre o mundo.

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1992

Muda-se para Brasília. Mergulha um ano inteiro em investigações sobre o confronto entre as vertentes mítico-sacerdotais e utópico-proféticas na formação das matrizes do pensamento ocidental. A volumosa obra resultante dessa investigação (intitulada “Mashiach”) chegou a ser escrita, mas jamais foi publicada e tanto os originais manuscritos quanto os datilografados foram perdidos.

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1993

Funda o Instituto de Política no Centro de Estudos Avançados e Multidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB), juntamente com Roberto Aguiar (que depois seria reitor da mesma universidade). De 1993 a 2000, à frente do Instituto de Política, coordena cerca de uma dezena de grandes encontros nacionais e regionais para o debate de temas estratégicos relacionados ao desenvolvimento do país envolvendo, no total, mais de 3 mil pessoas. Foram sete anos de discussões preparatórias que redundaram em uma Agenda de Desenvolvimento Humano e Social Sustentável para o Brasil do Século XXI e ensejaram a constituição do Fórum Brasil Século XXI.

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1994

Coordena a plenária final da I Conferência Nacional de Segurança Alimentar e torna-se Secretario Executivo Nacional da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida (mais conhecida como Campanha do Betinho).

Apaixona-se pelo desenvolvimento local.

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1995

A convite de Ruth Cardoso entra no Conselho da Comunidade Solidária, juntamente com outros líderes da Ação da Cidadania: Betinho, Dom Luciano Mendes de Almeida e Ney Bittencourt de Araújo.

Publica “Ação Local: A Nova Política da Contemporaneidade”.

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1996

Funda a Rede Alpa – Ação Local em Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros, onde passa a experimentar metodologias de indução do desenvolvimento local nos três anos seguintes (trabalho que dará origem à chamada Metodologia do DLIS – Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável, que será aplicada em larga escala em todas as regiões do Brasil).

Entre 1996 e 2002, como membro do Comitê Executivo do Conselho da Comunidade Solidária, coordena 14 Rodadas de Interlocução Política – realizadas na Granja do Torto, em Brasília – com o objetivo de contribuir para a construção de entendimentos estratégicos em torno de uma agenda de prioridades, medidas, instrumentos e procedimentos de ação social do Estado e da sociedade para o enfrentamento da pobreza e exclusão social e para a promoção do desenvolvimento humano e social sustentável, por meio da construção progressiva de consensos. As 14 Rodadas de Interlocução Política – contando com a participação de dirigentes governamentais, de representantes de movimentos sociais e de organizações da sociedade civil, de empresários, intelectuais e jornalistas, envolvendo cerca de 500 pessoas – geraram novas leis, novos programas e novas medidas de desenvolvimento social. Como principais resultados desse trabalho destacam-se: a aprovação da Lei nº 9.608/98, que define o trabalho voluntário e estabelece a inexistência de vínculo empregatício e suas obrigações trabalhistas e previdenciárias; a Lei nº 9.790/99, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, institui e disciplina o Termo de Parceria; a Lei nº 10.194/01, que cria as Sociedades de Crédito ao Microempreendedor – SCM, nova figura jurídica para a participação da iniciativa privada no setor microfinanceiro; e a criação do Programa Comunidade Ativa, em 1999, com o objetivo de induzir processos de DLIS em municípios de pequeno porte.

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1997

Publica “O novo partido: a crise da forma-partido tradicional e o surgimento de novos sujeitos políticos na sociedade brasileira”.

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1998

Publica “O Complexo Darth Vader” (mas em seguida interrompe a distribuição e tenta recolher os exemplares distribuídos). O livro seria reeditado em parte, em versão digital, em 2010.

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1999

Depois de 20 meses de articulação é aprovada pelo Congresso Nacional a chamada Lei das Oscips (Lei 9790/99), projeto que coordenou a partir de 1996.

Publica “Por que precisamos de DLIS – Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável” (livro que vai atingir a marca de mais de 50 mil exemplares vendidos em quatro edições sucessivas).

Publica o artigo “A reforma do Estado e o terceiro setor” na coletânea organizada por Bresser Pereira, Lourdes Sola e Jorge Wilheim, intitulada “Sociedade e Estado em transformação”.

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2000

Com o apoio do Sebrae Nacional, trabalha na fundação da AED – Agência de Educação para o Desenvolvimento uma iniciativa pública do SEBRAE, em parceria com o PNUD, com a UNESCO, com o antigo programa Comunidade Ativa (substituído pela Associação Projeto DLIS no final de 2002) e com a ARCA – Sociedade do Conhecimento, uma Oscip constituída para operar o Programa.

Publica “Além da Renda: a pobreza brasileira como insuficiência de desenvolvimento” (livro que vai atingir três edições sucessivas).

Publica, em coautoria com Ruth Cardoso e Miguel Darcy, o livro “Um novo referencial para a ação social do Estado e da sociedade”.

Publica “Uma nova utopia para uma nova via” na “Agenda de Desenvolvimento Humano e Sustentável para o Brasil do Século 21” (Instituto de Política / PNUD).

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2001

Integra o Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae como representante do Ministério do Planejamento.

Publica “Capital Social: Leituras de Tocqueville, Jacobs, Putnam, Fukuyama, Maturana, Castells e Levy”.

Escreve o roteiro e produz um filme longa-metragem chamado Emprecorde.

No final do ano começa a enviar uma correspondência quinzenal intitulada “Cartas DLIS”, para milhares de agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, do Brasil e de alguns países de língua portuguesa. A publicação, que adotará posteriormente o nome de “Carta Capital Social” e, depois, de “Carta Rede Social”, sendo enviada para cerca de 10 mil pessoas, será mantida até a edição 202 (em novembro de 2009).

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2002

Participa, juntamente com Ruth Cardoso e outros da fundação da Comunitas.

Publica, em coautoria com Ruth Cardoso, Miguel Darcy e Tereza Lobo, o livro “Fortalecendo a sociedade, promovendo o desenvolvimento” (organizado pela jornalista Carla Rodrigues).

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2003

Publica “A Revolução do Local: Globalização, Glocalização, Localização” e “Terceiro setor: a nova sociedade civil e seu papel estratégico para o desenvolvimento”.

Publica o artigo “Globalização e crise do estatismo no Brasil” na coletânea organizada por Fernando Calderón “Es sostenible la globalización en America Latina: debates com Manuel Castells” (Santiago: Fondo de Cultura Económica) – resultado de seminário de que participou, em 2002, na Bolívia, juntamente com um grupo de intelectuais latino-americanos, com Castells.

Constrói a Cidade do Conhecimento, uma área de 90 mil metros quadrados no Km 6,5 da Rodovia DF 250 para sediar as atividades da AED.

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2004

Publica “O lugar mais desenvolvido do mundo: investindo no capital social para promover o desenvolvimento comunitário”, uma espécie de guia para agentes de desenvolvimento local, que atinge em três edições a tiragem de 15 mil exemplares.

A AED encerra suas atividades em outubro. Começa a trabalhar como palestrante e consultor de grandes empresas nas áreas de responsabilidade corporativa e sustentabilidade empresarial e a dar aulas (como professor convidado) na FDC – Fundação Dom Cabral, em MBAs e em outros programas (sobretudo de sustentabilidade).

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2005

Começa a escrever com regularidade na página 3 do jornal Folha de São Paulo (atividade que mantém – cada vez com menor frequência – até 2010).

Publica o artigo “Desenvolvimento e capital social” na coletânea organizada por Xico Graziano, Diala Vida e Ana Maria Pacheco, intitulada “Renovar ideias: desenvolvimento, qualidade de vida e democracia no Brasil moderno”.

Publica o artigo “A nova sociedade civil e seu papel estratégico para o desenvolvimento” na coletânea organizada por Evelyn Levy e Pedro Drago, intitulada, “Gestão pública no Brasil contemporâneo”. 

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2006

Muda-se no início do ano para Porto Alegre, para acompanhar a nascente experiência da Governança Solidária Local, programa que elaborou como consultor da UNESCO.

Começa a prestar consultoria regular para a presidência da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, onde organiza a Rede de Participação Política e, posteriormente, as Redes de Desenvolvimento Local (atividades que se manterão até o final de 2011).

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2007

Publica “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler) para mudar nossa condição de analfabetos democraticos”.

Publica o artigo “Blogs e democracia” na coletânea organizada por Rosa Cano e Francisco Polo, intitulada “El Gran Guia de los Blogs” (Barcelona: El Cobre, 2007).

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2008

Projeta, co-organiza e preside o comitê científico da CMDC – Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, evento que reunirá cerca de 7 mil pessoas em fevereiro, na PUCRS.

Organiza a publicação, juntamente com Jandira Feijó, do livro “Olhares sobre a experiência da Governança Solidária Local de Porto Alegre” e, com Thamy Pogrebinschi, do livro “Democracia cooperativa: escritos políticos escolhidos de John Dewey 1927-1939 (ambos em co-edição CMDC/PUCRS).

Produz a tradução e a edição em português e escreve a apresentação do livro de David de Ugarte, “O poder das redes”.

Muda-se para Curitiba em junho, com o objetivo de fundar a Escola-de-Redes. Publica, com o selo da Escola-de-Redes, “Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado” e “Tudo que é sustentável tem o padrão de rede: sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21”. Publica a partir deste ano, pela Escola-de-Redes, algumas dezenas de livros e artigos.

Começa a prestar consultoria para a empresa Vivo e assessoria permanente para o Instituto Vivo, onde participa da fundação da Rede Vivo Educação e co-organiza, nos anos seguintes, os seminários A Sociedade em Rede e a Educação (2009-2010).

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2009

A partir do início do ano dedica-se intensamente à Escola-de-Redes, fundada em meados do ano anterior nos arredores de Curitiba e impulsionada pela criação da plataformaem dezembro de 2008.

Muda-se em maio para Campos do Jordão e, a partir de setembro, para São Paulo (ficando com duas residências).

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2010

Projeta e preside o comitê científico da CICI2010 – Conferência Internacional de Cidades Inovadoras e co-organiza, na Escola-de-Redes, a CIRS1 – Conferência Internacional sobre Redes Sociais (ambas realizadas em março, em Curitiba).

Publica, com o selo da Escola-de-Redes, a versão digital da coletânea, “2009: Dez escritos sobre redes sociais”.

Republica, com o selo da Escola de Redes, em versão digital resumida e extensamente modificada, o livro “Alfabetização Democrática” com o novo título de “Democracia: um programa autodidático de aprendizagem”.

Publica, em interação com Nilton Lessa, a quarta versão do artigo “Buscadores & Polinizadores: o auto-didatismo e a livre aprendizagem humana em uma sociedade inteligente & o alter-didatismo e as comunidades de aprendizagem na emergente sociedade em rede”.

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2011

Publica a versão digital e preliminar de Fluzz: vida e humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio.

Projeta e preside o comitê científico da CICI2011 – Conferência Internacional de Cidades Inovadoras e co-organiza, na Escola-de-Redes, a CIRS2 – Conferência Internacional sobre Redes Sociais (ambas realizadas em maio, em Curitiba).

Organiza uma coletânea de 16 textos publicados pela Escola-de-Redes, a partir de 2008, chamada Quatro Tetralogias: das redes sociais – “Redes sociais: você pode fazer” (2009), “O poder nas redes sociais” (2009), “Redes são ambientes de interação, não de participação” (2010) e “É o social, estúpido” (2011); do novo modo de fazer política – “Lado” (2007), “Você é o inimigo” (2009), “A lógica da abundância” (2009) e “Como se tornar um netweaver” (2011); da desobediência – “Cada um no seu quadrado” (2009), “A desastrosa idéia de sucesso” (2009), “Desobedeça” (2010) e “Resista à tentação de pertencer a um grupo” (2011); do desenvolvimento local – “Desenvolvimento, capital social, redes sociais e sustentabilidade” (2005), “Desenvolvimento, capital social e democracia” (2008), “A independência das cidades” (2009) e “Reinventando o desenvolvimento local” (2011).

Desenha, juntamente com Cacau Guarnieri, o social gameO Melhor Lugar do Mundo”.

Funda a empresa-em-rede Netweaving HCW.

Participa da elaboração, no Centro Ruth Cardoso, do Festival de IdéiasInovadoras sobre Desenvolvimento Social.

Passa a fazer parte do grupo de pioneiros da iniciativa Crowdbusiness.

Publica em formato digital o livro “Vida e morte das empresas na sociedade em rede” (que ultrapassará 5 mil views em menos de duas semanas). E, em seguida, o artigo “Facebook: Darth Zuckerberg e seu cavalo de troia”.

Deixa a casa em Campos do Jordão em outubro, ficando apenas com residência em São Paulo.

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2012

Publica, em interação com Nilton Lessa, o artigo “Multiversidade: da Universidade dos anos 1000 à Multiversidade nos anos 2000”.

Organiza DOJO Nave http://dojonave.net/, um projeto que tem objetivo (1) realizar programas de aprendizagem sobre redes sociais, (2) instalar campos de co-creation sobre tecnologias de netweaving e (3) ensaiar processos de multiversidade.

Publica Co-Criação: Reinventando o conceito.

Publica Small Bangs: instruções para construir uma bomba criativa.

Em 21 de março de 2012 a Escola-de-Redes http://escoladeredes.net já conta com 7.523 pessoas conectadas e cerca de mil textos sobre redes e temas correlatos, 684 tópicos de discussão, 1.301 postagens de blog e 587 vídeos.

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Para entrar em contato com Augusto de Franco basta escrever para augustodefranco@gmail.com

fluzzvideos:

As Empresas e as Redes Sociais. Augusto de Franco na CIRS2. 19/05/2011 Parte 1

fluzzvideos:

As Empresas e as Redes Sociais. Augusto de Franco na CIRS2. 19/05/2011 Parte 2

fluzzvideos:

As Empresas e as Redes Sociais. Augusto de Franco na CIRS2. 19/05/2011 Parte 3

fluzzvideos:

As Empresas e as Redes Sociais. Augusto de Franco na CIRS2. 19/05/2011 Parte 4

O que é sociedade em rede e a economia criativa from Mix Brand Experience on Vimeo.

fluzzvideos:

A Sociedade em Rede e a Economia Criativa. Augusto de Franco (com Clay Shirky, Ricardo Guimarães, Reinaldo Pamponet e outros) no Seminário VIVO A Sociedade em Rede e a Economia Criativa. 01/06/2011.

TEDxSP 2009 - Augusto de Franco from TEDxSP on Vimeo.

DOMÍNIO PÚBLICO

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